Pv 14:20; Amigos.

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sábado, 16 de novembro de 2013

A Fé a Prudência e o Medo

http://www.estudosdabiblia.net/d104.htm

Enfrentando o Medo

Algumas palavras são simplesmente assustadoras. Assalto. Estupro. Homicídio. Câncer. Morte. Guerra. Inferno. Em nossas vidas, enfrentamos estas palavras e as realidades que representam, mas como devemos reagir? Cristãos, pessoas que sinceramente confiam no Senhor, devem sentir medo? O que diz a Bíblia sobre o medo?

É Normal Ficar Assustado
Neste estudo, vamos observar que há vários sentidos em que o discípulo de Cristo não precisa, e nem deve, temer. Para não criar uma preocupação desnecessária (medo de sentir medo?!), devemos notar que é normal ficar assustado em algumas situações. Deus criou o ser humano e outras criaturas com a capacidade de reconhecer e reagir ao perigo.
O pedestre que não reconhece o perigo de um ónibus descontrolado, chegando em alta velocidade, não tem muita expectativa de vida, numa cidade grande.
A criança que não percebe o perigo de cair num precipício, pode facilmente, perder a vida. O medo natural serve para nos proteger.
Não é pecado ficar assustado quando encaramos um cão bravo, ou uma cobra venenosa ou um assaltante armado.

Temer ou Não Temer
Vamos considerar as nossas decisões de temer ou não certas coisas e pessoas. A nossa preocupação não é com a adrenalina, e sim com a fé.
Vamos abordar a questão do medo do ponto de vista de uma decisão.
Podemos fazer uma comparação com o amor.
Normalmente, pensamos no amor como se fosse sentimento, algo fora do nosso controle.
A própria Bíblia fala sobre o amor nestes termos, especialmente no contexto de atração entre homens e mulheres (Gênesis 34:3; 2 Samuel 13:4,15; 1 Reis 11:1). O amor, porém, é mais do que mero sentimento. É algo que decidimos fazer, e escolhemos o seu objeto. Deus ordenou que nós amássemos, e decidimos fazer ou não o que ele mandou.
Assim, devemos amar o Senhor (Mateus 22:37), o nosso próximo (Mateus 22:39), a nossa mulher (Efésios 5:25) e até os nossos inimigos (Mateus 5:44). São ordens do Senhor, e decidimos obedecê-las.

De semelhante modo, decidimos temer ou não temer.
Deus fala, e nós obedecemos.
Por exemplo, Jesus disse: "Digo-vos, pois, amigos meus: não temais os que matam o corpo e, depois disso, nada mais podem fazer. Eu, porém, vos mostrarei a quem deveis temer: temei aquele que, depois de matar, tem poder para lançar no inferno.
Sim, digo-vos, a esse deveis temer" (Lucas 12:4-5).
É um mandamento! Não tema estes, mas tema aquele. Sendo mandamento, exige uma decisão.
O servo fiel não temerá os perseguidores que matam o corpo, mas temerá aquele que tem poder para lançar no inferno.

Uma vez que compreendemos que decidimos ter medo ou não, podemos apreciar melhor o ensinamento bíblico sobre o assunto.

Não Tenha Medo
Encontramos frequentes admoestações nas Escrituras contra o medo.
1 João 4:18 diz: "No amor não existe medo; antes, o perfeito amor lança fora o medo.
Ora, o medo produz tormento; logo, aquele que teme não é aperfeiçoado no amor." Os servos de Deus não devem temer:

Inimigos do Senhor. Moisés animou o povo de Israel, nas suas batalhas contra os povos condenados por Deus na região de Canaã com estas palavras: "Quando vos achegardes à peleja, o sacerdote se adiantará, e falará ao povo, e dir-lhe-á:
Ouvi, ó Israel, hoje, vos achegais à peleja contra os vossos inimigos; que não desfaleça o vosso coração; não tenhais medo, não tremais, nem vos aterrorizeis diante deles, pois o Senhor, vosso Deus, é quem vai convosco a pelejar por vós contra os vossos inimigos, para vos salvar" (Deuteronômio 20:2-4; veja Salmo 3). Da mesma forma que Israel enfrentava os inimigos, com confiança em Deus, nós devemos pelejar contra os inimigos espirituais. "...porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé" (1 João 5:4).
Paulo escreveu aos coríntios: "Porque, embora andando na carne, não militamos segundo a carne. Porque as armas da nossa milícia não são carnais, e sim poderosas em Deus" (2 Coríntios 10:3-5).
O discípulo de Cristo chega ao campo de batalha com a armadura de Deus para poder resistir às ciladas do diabo (Efésios 6:10-18).

Falsos profetas
 Muitas pessoas ficam assustadas, com as proclamações confiantes, de pessoas que alegam ser profetas de Deus.
Algumas igrejas dão espaço para revelações e visões, às vezes assustando os adeptos com previsões de acidentes ou outras calamidades.
Poucas pessoas param para analisar estes sonhos, visões e profecias de acordo com os ensinamentos bíblicos.
Moisés falou claramente que uma profecia não cumprida já seria motivo para desacreditar o "profeta".
Não devemos temer tais pessoas: "Saibamos que, quando esse profeta falar em nome do Senhor, e a palavra dele não se cumprir, nem suceder, como profetizou, esta é a palavra que o Senhor não disse; com soberba, a falou o tal profeta; não tenhas temor dele" (Deuteronômio 18:22). Jeremias falou do mesmo tipo de "profeta" quando disse: "Não deis ouvidos às palavras dos profetas que entre vós profetizam e vos enchem de vãs esperanças; falam as visões do seu coração, não o que vem da boca do Senhor....Tenho ouvido o que dizem aqueles profetas, proclamando mentiras em meu nome, dizendo:
Sonhei, sonhei.
Até quando sucederá isso no coração dos profetas que proclamam mentiras, que proclamam só o engano do próprio coração?" (Jeremias 23:16,25-26).

Circunstâncias fora do nosso controle
A angústia que paralisa muitas pessoas hoje vem do medo indevido, de coisas fora do nosso controle.
Preocupações sobre o amanhã, deixam as pessoas paralizadas hoje.
Jesus disse:
"Portanto, não vos inquieteis com o dia de amanhã, pois o amanhã trará os seus cuidados; basta ao dia o seu próprio mal" (Mateus 6:34).
Nenhum homem domina o seu próprio futuro, então devemos confiar em Deus, "Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças" (Filipenses 4:6).
O ponto chave é entregar a Deus as nossas preocupações sobre coisas fora do nosso controle.
Davi aprendeu esta confiança no Senhor: "Em Deus, cuja palavra eu exalto, neste Deus ponho a minha confiança e nada temerei" (Salmo 56:4).

A Fé não Nega a Prudência
Algumas pessoas, reconhecendo a importância de confiar em Deus e de não temer outras coisas e pessoas, têm levado essa idéia ao extremo.
Recusam tomar precauções normais, em questões de segurança e saúde, afirmando que Deus cuidará de tudo.
A fé, porém, não é a falta de prudência.
Encontramos boas ilustrações deste fato, nas Escrituras.
Neemias era um homem de fé, que orava muito e confiava no poder divino.
Ele servia como governador de Jerusalém quando os inimigos do povo se prepararam para atacar a cidade.
Neemias relata, sua própria a reação e a do povo e disse:
"Porém nós oramos ao nosso Deus e, como proteção, pusemos guarda contra eles, de dia e de noite" (Neemias 4:9).
Paulo se dedicava constantemente à oração e sempre seguia as orientações do Senhor.
Quando ele descobriu que os judeus tinham armado uma cilada para pegá-lo, o apóstolo pediu a ajuda de seu sobrinho e do comandante da cidade.
Este mandou Paulo para Cesaréia sob a proteção de centenas de soldados (Atos 23:12-33).
Nós, também, devemos agir com prudência.
Deus nos criou com inteligência para dominar as outras criaturas (Gênesis 1:26). Ele nos deu o bom senso para nos protegermos da chuva, do frio, e de ventos fortes.
O Criador abençoou o homem com a capacidade de aprender, sobre ciências e medicina para melhorar a qualidade e a segurança da vida.
O mesmo Senhor que prometeu suprir as necessidades de vida aos fiéis, disse que os mesmos homens devem trabalhar para comer (Mateus 6:31-33; 2 Tessalonicenses 3:10).
Devemos orar ao Senhor pedindo proteção, ao mesmo tempo mostrando o bom senso para trancar as portas antes de dormir.
Quando sofremos de alguma enfermidade física, devemos fazer as nossas súplicas a Deus e aproveitar a ajuda de médicos e outros profissionais que entendem mais da saúde do que nós.
A presença da fé não é a ausência da prudência!

Tenhamos Medo de Deus
A maior parte das referências bíblicas sobre o medo e temor falam de Deus. Enquanto o Senhor condena que mostremos medo dos inimigos, perseguidores, etc., ele exige que mostremos medo perante nosso Criador e Redentor.
Alguns procuram diminuir a força destas palavras (medo, temor, tremor) quando se referem a Deus. Sugerem que tratam de respeito e reverência, mas não de medo.
Enfatizam a bondade de Deus, enquanto esquecem sua severidade (Romanos 11:22).
Existem palavras na Bíblia para respeito e reverência, que também devemos ao Senhor, mas, quando as Escrituras dizem que devemos temer e tremer na presença de Deus, estão falando da atitude de homens imperfeitos e fracos na presença do Deus Santo e Todo-poderoso.
Devemos sentir medo na presença do Deus Eterno.
Assim, devemos honrar homens e reis e temer a Deus (1 Pedro 2:17). Devemos resistir ao Diabo e temer o Senhor (1 Pedro 5:8-9; Efésios 6:11,16; Salmo 111:10; Provérbios 9:10). E quando pensamos em Deus com respeito, temor e tremor, jamais devemos esquecer que ele é o juiz que trará castigo de fogo vingador sobre os rebeldes (2 Tessalonicenses 1:6-9).
O Diabo e seus servos podem matar o corpo, mas devemos temer Deus, porque ele tem poder para lançar no inferno (Mateus 10:28; veja Apocalipse 20:10,14-15). "Horrível coisa é cair nas mãos do Deus vivo" (Hebreus 10:27,31).

"Ensina-me, Senhor, o teu caminho, e andarei na tua verdade; dispõe-me o coração para só temer o teu nome" (Salmo 86:11).

-por Dennis Allan
D104

sábado, 19 de outubro de 2013


http://www.esperanca.com.br/familia/casamento/os-efeitos-da-critica-e-do-elogio-no-casamento/ Você está em: Casamento Os efeitos da Crítica e do Elogio no Casamento Tags:Casamento 2revistaO saudoso pastor e escritor George Vandeman costumava contar a história de um homem que ao completar bodas de ouro disse ter recebido de seu pai um presente que, segundo ele, explicava a durabilidade de sua união. Então mostrava um pequeno relógio de bolso e ao abri-lo para observar as horas na parte interna podia se ler a mensagem: Diga, hoje, alguma coisa bonita para Sara. Embora essa história revele um aspecto sublime do amor, dedicar boas palavras, não é o que ocorre na maioria dos lares. De maneira geral em grande parte dos lares é a censura e a recriminação que predominam sobre as manifestações de bondade e amabilidade. Em alguns casos parece ser verdade o que desabafou certa esposa: Casamento é trocar a admiração de vários homens pela critica de um só. Um estudante de psicologia que acompanhou o dia-a-dia de muitos lares observou que 90% das referências de um para o outro no lar são feitas em estilo de crítica. A crítica é perniciosa porque destrói o amor nos relacionamentos. Muitos cônjuges vivem tristes e inseguros porque são alvos de críticas, ou do uso constante de palavras de reprovação em seu lar. A crítica destrói a autoconfiança e a segurança interior. Pude constatar essa realidade quando conversei com Isabel, uma jovem esposa que enfrentava algumas dificuldades em seu casamento. A certa altura ela desabafou. Paulo, meu esposo, tinha o costume de me recriminar diante de outras pessoas. Certa vez, ele me criticou duramente na presença de convidados durante um jantar. Senti-me envergonhada e humilhada. Agora não posso me sentir segura na presença de outras pessoas, principalmente se meu marido estiver por perto. CRÍTICA: POR QUÊ? Não existe uma arma mais eficaz para destruir o amor e o respeito próprio no outro do que o uso constante de palavras de repreensão ou reprovação. Nesse aspecto a Bíblia revela grande sabedoria por meio do rei Salomão, quando afirma que a vida e a morte estão no poder da língua. Pv. 18:21. Lábios que se moldam apenas para criticar afastam os beijos, afirmou George Vandeman. Quase que em sua totalidade a crítica tem como base orgulho e o egoísmo. Aquele que critica quase sempre deseja mudar os outros segundo suas expectativas. Quando meus gostos, preferências e necessidades estão sempre em primeiro plano, então os outros podem ser vistos como inconvenientes e, por isso, posso me valer da crítica para atingi-los. A crítica, então, pode se tornar uma arma para enfraquecer ou desestabilizar a segurança, ou a autoconfiança alheia. Alguém com um ego frágil e suprimido é mais facilmente influenciável e submisso. Por outras ocasiões a crítica nasce da inveja, ou da sensação de uma baixa auto-estima. Emoções e deficiências que não aceitamos em nós mesmos são projetadas sobre os outros se tornando uma manifestação da própria rejeição. Existem quatro atitudes perigosas que, por vezes, desencadeiam ou servem de anteparo à crítica: 1) O QUE VOCÊ FALA PARA ELE OU PARA ELA Na intimidade da vida a dois, sobre o que apreciamos conversar com o outro? Na comunicação mútua, a respeito do que gostamos de conversar com o cônjuge? Apreciamos destacar as virtudes do outro, ou sempre nos apegamos aos defeitos? Há cônjuges que são muito tímidos quanto a fazer elogios, mas são hábeis felinos quando precisam criticar ou censurar. Há muitos que por orgulho, ou por timidez defensiva não manifestam palavras de aprovação. Preferem silenciar-se ou deixar as boas palavras subentendidas. A indiferença acaba por embotar e destruir o amor. Um bom exercício para muitos reativar o amor e o respeito mútuo, seria se disciplinar a passar dias sem destacar nenhuma qualidade negativa do outro. Não proferir nenhuma palavra de recriminação e censura, mas enfatizar apenas as atitudes positivas. Caso seja necessário devem fazer uma lista das boas qualidades do cônjuge para servir de guia. Tal atitude tende a fortalecer o amor e aumentar o respeito próprio. 2) O QUE VOCÊ FALA DELE OU DELA O que nós falamos a respeito do nosso cônjuge para os outros revela, em grande parte, nossos sentimentos por ele. Diante dos outros apreciamos destacar suas qualidades e virtudes, ou aproveitamos para censurá-lo? Quando têm oportunidade, muitos gostam de fazer deboches ou piadinhas mordazes e sarcásticas sobre seu parceiro para os outros. Alguns apreciam se queixar do parceiro para os outros a fim de obter simpatia ou ganhos secundários. Isso pode ser considerado uma espécie de traição, pois apaga o amor e cria desconfiança. Todo aquele, porém, que deseja investir no sucesso do seu relacionamento deveria cultivar o hábito de falar bem do outro, principalmente diante de outras pessoas. Ainda que o outro não seja possuidor de grandes virtudes, devemos enfatizar aquelas que podemos valorizar. Isso colabora para que o amor floresça e o vínculo se fortaleça entre os dois. 3) QUANDO VOCÊ USA: VOCÊ SEMPRE – VOCÊ NUNCA Estas expressões radicais são geralmente usadas quando numa discussão partimos para o ataque ou para a autodefesa. Elas quase sempre são injustas e exageradas e tendem a esquecer as boas qualidades do outro e as alegrias que já nos proporcionou. Se quisermos cultivar o amor e autoconfiança, não devemos fazer uso desses jargões que, além de agravar os conflitos, acaba por extinguir o amor em nossos relacionamentos. 4) QUANDO VOCÊ TENTA MACHUCAR BRINCANDO Em muitas ocasiões podemos nos valer de gracejos e da ironia para magoar e ferir. Alguns usam do escárnio para dizer de forma despretensiosa grandes verdades que deprimem e machucam. Quase sempre a desculpa para a reparação é a mesma: Mas eu estava brincando! Por vezes, grandes verdades são ditas em forma de brincadeiras, mas nem por isso diminuem seu impacto e destruição. Ser cuidadosos e sensíveis com as emoções do outro é fator crucial para o bom relacionamento. Se quisermos fortalecer o amor devemos ser prudentes e contenciosos quanto a esse aspecto. O CAMINHO DA RESTAURAÇÃO Aquele que deseja manter relacionamentos duradouros e confiáveis não deve abdicar da arte de fazer elogios. O psicólogo e escritor George W. Crane afirmou que o elogio é o primeiro passo na arte de amar as pessoas. Em seu livro: Sete Necessidades Básicas da Criança, John Drescher relata como Benjamim West, tornou-se pintor. Certo dia, sua mãe o deixou em casa com a irmã Sally. Ele encontrou alguns vidros de tinta e decidiu pintar o retrato de Sally. Enquanto fazia isso sujou toda a cozinha. Quando a mãe retornou não disse nada sobre a cozinha. Apanhando o papel em que ele desenhava, ela exclamou: Veja! É Sally e lhe deu um caloroso beijo. West contou que o beijo de sua mãe naquele dia fez dele um pintor. Nas relações familiares o uso de boas maneiras e palavras amáveis têm um poder infinitamente mais eficaz do que a crítica, e alcança resultados mais duradouros. A crítica degrada, deprime e desestimula, mas o elogio é um bom alimento. Há no coração humano um desejo intrínseco e natural de ser apreciado. Quando começamos a admirar e elogiar, abrimos um vasto caminho para o amor. Eronildes de Nicolas http://www.vidaadois.net/

sábado, 20 de julho de 2013

O Deus que Permitiu que Jesus Morresse


Vamos Ver quem é Deus (At 17:23-34; Jo 4:24; 1 Co 2:14; Rm 14:8) Deus é Aquele que nós não conhecemos perfeitamente, por causa da queda do Adão. Foi Ele que fez todas as coisas, é o dono dos céus e da terra, Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade. Ora, o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente. Crer que existe um Deus que eu não vejo, parece-me uma loucura, mas só parece, porque as aparências iludem-me, enganam-me. (Gn 3:14-19; Is 6:9-11; 14:12-23; 29:18; 35:5; 56:10; Jr 5:21; Ez 28:11-19; Mt 6:12,23; 9:27; 12:22; 15:14; 20:30; 21:14; 23:16,24; Mc 8:22; Lc 4:18; 7:21; 24:45; Jo 3:1-8; 12:40; 1 Co 2:9,14; 2 Co 4:4; 2 Pd 1:9; 2:9; 1 Jo 2:11; Ap 3:17) Deus não pode ser feito pelo homem, porque Deus é espírito e o homem não pode fazer um espírito, ou um anjo. Deus não foi criado pelo Adão, com a sua imaginação, porque o homem só pode inventar qualquer coisa que Deus ou o diabo lhe sugiram. O homem tinha capacidade de pensar por si mesmo, mas usou-a para se submeter ao diabo, que cegou o seu entendimento. Deus amaldiçoou o homem, que em vez de ser dirigido pelo seu espírito, começou a ser dirigido pelo seu corpo, que é pó e em pó se tornará, mas Deus dá, por Cristo, entendimento ao espírito do cristão. Jesus cura os olhos do corpo e também abre o entendimento do homem para compreender as escrituras. O espírito de satanás cega o espírito e o corpo do homem, e pode cegar só o seu espírito, para que o religioso não receba o Senhor Jesus Cristo. Mas se nascer de novo, o seu espírito, poderá ver e entrar no reino de Deus, como o Nicodemos. O cristão não deve receber, nem seguir, a falsa sabedoria do mundo, porque só o Espírito de Deus e a sua palavra, nos faz conhecer as coisas que o olho não vê, o ouvido não ouve e o espírito do homem não compreende, devido à queda do Adão. O cristão que não quer, ou não sabe perdoar, deve pedir a Deus que o ensine e lhe dê poder para o fazer, senão o diabo cega-lhe o entendimento. O diabo também não pode criar a Deus, porque foi criado por Ele, não como diabo, mas como um anjo que devia adorar ao seu Criador. (2 Co 3:5) Não que sejamos capazes, por nós, de pensar alguma coisa, como de nós mesmos; mas a nossa capacidade vem de Deus, Os cientistas humanos foram inspirados, por Deus no bem que trouxeram porque as escrituras sugeridas por Deus aos seus servos dizem que: (Tg 1:17) Toda a boa dádiva e todo o dom perfeito vem do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança nem sombra de variação. (Joa 15:5) O Senhor Jesus diz: Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer. O homem é um espírito, mesmo que tenha um corpo material, portanto: Se vivemos, para o Senhor vivemos; se morremos, para o Senhor morremos, de sorte que, ou vivamos ou morramos, somos do Senhor. (1 Co 8:6) Tudo é de Deus, o Pai, para Ele devemos viver, e há um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual são todas as coisas, e nós devemos viver para ajudar a Deus a formar a sua Igreja e para o servir em tudo o que fazemos. (2 Co 5:5; At 1:5; Ef 1:3) Por isso devemos estar sempre de bom ânimo, sabendo que, enquanto estamos no corpo, vivemos ausentes do Senhor, porque ainda não temos um corpo como o corpo do Filho Unigénito do Deus Vivo, único e verdadeiro. Jesus disse: ... vós sereis batizados com o Espírito Santo, não muito depois destes dias. (At 2:1-4) E, CUMPRINDO-SE o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar; E de repente veio do céu um som, como de um vento veemente e impetuoso, e encheu toda a casa em que estavam assentados. E foram vistas, por eles línguas repartidas, como que de fogo, as quais pousaram sobre cada um deles. E todos foram cheios do Espírito Santo, e começaram a falar noutras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem. (2 Cr 2:1-15; Jo 7:37-39; 14:16,17; 15:26,27; 16:7-11; 20:22,23; 1 Co 13:1; 14:2) O Espírito Santo, sugere-nos as línguas e o espírito de cada pessoa, fala noutras línguas, dos homens ou dos anjos. Mas devemos imitar a bondade manifestada pelo nosso Salvador, porque Deus deu-nos o seu Espírito, como garantia ou penhor da salvação eterna, que está em Cristo, e Nele temos todas as bênçãos eternamente. Portanto devemos estar atentos para sabermos que o Espírito Santo está connosco, como o Elizeu estava atento, para não se afastar do Elias. Não se afaste do Espírito Santo, mas faça o que Ele diz disse e dirá, seja na sua palavra escrita, ou por revelação, a qual deve estar sempre de acordo, com o que está dito pelo Senhor Jesus Cristo. Exemplo: Eu sei que a corrente eléctrica está comigo porque ela se manifesta, dando-me luz, movimento e prazer, também sei que o Espírito Santo está comigo, porque Ele me dá vida, me guia em toda a verdade, manifesta o poder de Deus em mim e faz que eu me sinta bem etc.. (Jr 17:13; At 26:18; 2 Co 4:6; 1Jo 1:5; Ap 22:5)